É uma gata, mas nem sempre com poder.

Há uma boa meia dúzia de anos atrás, tive a oportunidade de presenciar num pequeno bar do Porto um concerto, se é que lhe podemos chamar isso, de Cat Power (o nome não é famoso, é verdade, faz lembrar uma girls band do passado recente!) e as expectativas saíram completamente defraudadas. A jovem e bela cantora, armada em diva depressiva e mimada, passou todo o concerto (pelo menos os 45 minutos que heroicamente resisti) sem cantar uma canção de fio a pavio. Seguramente tinha vontade de ir para o bar beber mais um bocado do que estar ali a cantar e tocar o seu piano para uma plateia crescentemente irritada com tão fraca performance.

A decepção foi completa e demorou bastante tempo até eu lhe perdoar o tempo e actuação perdidas. No entanto, o tempo sarou as feridas e agora para compensar apresento-vos duas canções que servem para demonstrar todo o talento que não revelou nessa noite. “The Greatest” e “Lived in Bars” são temas que vos deixo do album de 2006, the Greatest.

3 responses to “É uma gata, mas nem sempre com poder.

  1. bom dia🙂

    vim informar-te que levei “emprestado” este “barulhinho bom” lá para “casa” …

  2. Pingback: barulhinhos bons « … outro cantinho Mari

  3. mistersilva74

    Não tem problema nenhum como é óbvio! O teledisco é algo desinteressante, o que é pena para tão boa canção. Dá uma espreitadela a Rachael Yamagata, és capaz de gostar!

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