Fica já aqui o aviso para a pequena dimensão deste post, pois pequena é ainda a carreira da norte americana Anni Rossi.
Anni Rossi
Dotada de uma boa voz e de talento para as cordas, Anni tem feito a sua carreira a tocar em todas as terrinhas e mais algumas na sua terra natal. Fruto do seu trabalho, é o seu muito recente album Rockwell, saído há pouco mais de um mês.
Rockwell (talvez das capas de disco mais xungas de sempre!)
Provavelmente desconhecida no nosso país e na Europa, aqui vos deixo uma versão ao vivo de “Wheelpusher” a sua canção mais emblemática.
O post de hoje não servirá para destacar nenhum grande álbum, nenhuma grande banda ou alguma grande canção. Destacará apenas um grande, grande vídeo. Nada mais. E já não é pouco. Não se pense, porém, que a canção seja de todo desprezível, porque não é. Muito pelo contrário. No entanto, recorda-me em excesso a onda “chill out” nórdica de bandas como Kings of Convenience ou Jose Gonzalez ou outras vozes suaves e harmoniosas do extremo hemisfério norte.
Passemos então ao vídeo e ao seu criador, Oren Lavie. Naturalmente não saberão de quem se trata, nem eu sabia antes de ter visto o filme em questão e ter sentido a curiosidade de descobrir algo mais. Então, resumidamente, Oren é um jovem artista criativo, multifacetado e que vai realizando trabalhos em áreas diversas como a música, cinema e teatro por cidades distintas da Europa, Estados Unidos e Israel (é difícil dizer a que continente pertence, fica longe daqui, mas participam no Festival da Eurovisão e jogam nas competições da UEFA, por isso…).
Oren Lavie
Em 2007, lançou em terras europeias The Opposite Side of the Sea que colheu críticas de todo o género. Eu já escutei igualmente, mas guardarei a opinião para mim… Aqui vos deixo a pérola visual que é Her Morning Elegance. Espero que gostem tanto como eu gostei!
Ainda não tive tempo de ouvir ou procurar muita informação acerca do senhor que a seguir destacarei. Scott Matthews. Até há uma semana atrás, o nome era completamente deconhecido do meu Mp3, mas desconfio que será por pouco tempo. Com um timbre de voz que por vezes lembra Eddie Vedder ou as canções mais calmas dos Soundgarden, Scott promete trazer uma nova aragem ao mundo do rock que ultimamente tão estagnado tem estado. Tentarei escutá-lo com mais atenção nos próximos dias, mas para quem gosta de uma rockalhada com uma boa voz à mistura, então dê ouvidos ao senhor Matthews, se faz favor!
Todos sabemos que, na maior parte dos casos, as bandas formadas por artistas de cinema ou TV vivem de uma reputação que pouco ou nada tem a ver com o seu valor musical. Assim, tão depressa surgem como se desvanecem nas penumbras da memória. Desta vez, penso que estaremos perante a excepção que vai confirmar a regra. Já aqui há uns meses referi a banda de Ryan Gosling, Dead Man’s Bones como um projecto muito, muito interessante, pelo menos a apreciar pelo primeiro aperitivo que nos foi dado a provar. Pois bem, depois do espectacular In the Room Where You Sleep, aqui vemos Name in Stone, o segundo aperitivo. Agora, a pergunta fica no ar, será que não estarão os aperitivos a ser bons demais para o prato principal que ainda está para vir? Faz lembrar um pouco aquilo que acontece nas cerimónias de casamentos e baptizados, não faz?
Sim, eu sei, já há uns dias tinha aqui posto o “teaser” do novo trabalho da canadiana (nem sei se será correcto dizer isto sobre alguém que canta em 3 línguas diferentes, mas pronto, desta vez vai mesmo assim!), mas o facto é que agora o álbum já saiu mesmo e aconselho a aquisição antes que esgote! Ainda não pude ouvi-lo na totalidade, mas acho que é daquelas apostas seguras. Sinto que vai sair daqui um grande trabalho. Tanto tempo de preparação de uma artista como esta só pode resultar num daqueles Cds memoráveis, dos que se guardam e nunca se deitam fora ou põem de lado nas horas de limpeza e arrumações de coisas velhas.
Aqui vos deixo “Rising”, título do single de apresentação do álbum com o mesmo nome. A ver vamos que lágrimas Lhasa nos faz chorar desta vez!